Pare de Fumar

O tabaco é nome comum dado às plantas do género Nicotiana (Solanaceae), em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul da qual é extraída a substância chamada nicotina. Os povos indígenas da América acreditavam que o tabaco tinha poderes medicinais e usavam-no em cerimônias. Foi trazida para a Europa pelos espanhóis, no início do século XVI. Era mascado ou, então, aspirado sob a forma de rapé (depois de secar as suas folhas). O corsário Sir Francis Drake foi o responsável pela introdução do tabaco em Inglaterra em 1585, mas o uso de cachimbo só se generalizou graças a outro navegador, Sir Walter Raleigh. Um médico francês, de nome Jean Nicot (de onde deriva o nome da nicotina) usava-o como medicamento, para curar as enxaquecas da rainha Catarina de Médicis.

No entanto no século XVII começaram a surgir preocupações por causa dos malefícios provocados à saúde pelo tabaco, que para além disso era viciante. Várias nações colocaram restrições ao seu uso mas, ao mesmo tempo, o tabaco proporcionou muito lucro aos estados que cobravam impostos significativos sobre as suas vendas.
O cigarro (do espanhol cigarro) é uma pequena porção de tabaco (ou fumo) seco e picado, enrolado em papel (mortalha) fino ou em palha de milho, para se fumar, sendo que o primeiro é industrializado e o segundo manufaturado. O cigarros podem, ou não, dispor de um sistema de filtro, geralmente de esponja ou papel. Embora seja possível comprar cigarros atualmente, em maços de 20, este produto não foi criado desta forma. Posteriormente à utilização de rapé como atividade de lazer, o cigarro já era consumido, enrolado manualmente ou com a ajuda de máquinas de enrolar. Cada vez mais, o a(c)to de fumar foi-se assumindo como a(c)to de inovação, e também de sensualidade. O tratamento do tabaco induzido na comercialização de cigarros, introduz substâncias cancerígenos que são agravados durante sua combustão, que podem prejudicar o organismo de diversas formas. Atualmente o seu consumo é tão difundido que, devido às consequências maléficas da inalação do fumo e ao fato de as pessoas se sentirem incomodadas ao inalar o fumo alheio, foram criadas zonas de não-fumantes em muitos locais públicos. Associada a estas medidas de contenção do consumo de cigarros está a atual campanha européia de sensibilização ao fumante, que expõe avisos visíveis nos maços de cigarro com as consequências maléficas de seu consumo. Em geral, as pessoas começam a fumar influenciadas pela publicidade do cigarro nos meios de comunicação em massa. A publicidade é comumente dirigida ao público jovem e passa a imagem, considerada por muitos falsa, de que fumar está associado ao sucesso, independência e liberdade. Pare de Fumar pelo amor de Deus!!!!!!

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